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Trabalhadores do sistema de transporte da capital continuam em greve nesta segunda

A categoria aguarda uma nova rodada de negociação com a classe patronal para definir os rumos do movimento.

Publicado: 17 Maio, 2020 - 20h24 | Última modificação: 17 Maio, 2020 - 20h59

Escrito por: Socorro Silva-CUT-PI

Socorro Silva-CUT-PI
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Greve dos Trabalhadores Rodoviários do Piauí, entra para o 4º dia, sem negociação
Os trabalhadores do transporte coletivo de Teresina, entre eles motoristas e cobradores, continuam em greve, que segue para o seu 4º dia de luta por seus direitos. Desde a última sexta-feira (15), o SINTETRO, aguarda uma nova rodada de negociação com os representantes da classe patronal, o que, até o momento, ainda não aconteceu.
 
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Entre as pautas de reivindicações, está o atraso no pagamento dos salários, o não pagamento do plano de saúde, por parte das empresas, além das recentes demissões que vem acontecendo nos últimos dias. Os motoristas e cobradores também pedem que as empresas garantam as condições de higiene necessárias, para garantir a prevenção ao novo coronavírus.
 
O SINTETRO-PI vem buscando constantemente um dialogo que garanta melhores de condições de trabalho, e a garantia dos direitos dos trabalhadores, mas infelizmente o que se constata é que não há nenhuma preocupação com a classe trabalhadora por parte dos patrões. diante disso, a greve permanecerá por tempo indeterminado, que já conta com adesão de 100% da categoria nesta segunda-feira.
 
Avaliação do Presidente do SINTETRO-PI diante desta pandemia:
 
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"É uma situação muito complicada nesse momento desta pandemia, entraremos no 4º dia de greve, e a nossa perspectiva é minima de uma negociação, mas nós temos a esperança de contar com o ministério público e tribunal do trabalho, para que possamos dar seguimento a essa situação, e assim conseguirmos resolver a garantia do trabalho dos trabalhadores, e dando a eles melhores condições de trabalho, e nos preocupamos com a exposição de nossas vidas nesse cotidiano, e o mais importante é garantir o emprego dos trabalhadores". Disse.
 
"Os empresários estão demitindo os trabalhadores sem pagar os direitos, fazendo depósito judicial porque os mesmos não aceitam, prometendo fazer pagamentos em 10 vezes quando acabar essa pandemia dos direitos sem multa rescisória, o sindicato está diariamente acompanhando a situação de cada trabalhador, em especial nesse momento critico e único que a gente vive no transporte". Citou. Feijão.