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Audiência com representantes do Governo não traz resultado positivo para a categoria da Educação.

A Greve continua por tempo indeterminado.

Publicado: 05 Julho, 2018 - 12h03

Escrito por: Socorro Silva/Ascom/CUT-PI

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Na manhã de quarta(4), aconteceu uma audiência com representantes do governo do estado, e da educação do Piauí, para definir os rumos da greve dos trabalhadores, que já completa 29 dias. A reunião, que teve início às 11h, contou com a Secretária de Governo, Ariana Benigno, Secretário de Educação, Helder Jacobina, Secretário de Administração, Ricardo Pontes e Jean Carlos, procurador da Sec. de Gov, e representando os trabalhadores da educação, a presidente do Sinte-PI, Paulina Almeida acompanhada pela diretoria estadual, pelo presidente da CUT-PI, Paulo Bezerra e a Diretora da Confederação dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Rosilene Correia, além dos representantes dos Núcleos Regionais: Altos, Esperantina, José de Freitas, Oeiras, Regeneração, Luzilândia, Campo Maior, Demerval Lobão, São João do Piauí, União e Piracuruca.

 

 

A presidente do Sinte-PI, Paulina Almeida iniciou a reunião destacando a importância do diálogo na busca de uma alternativa para resolver a situação dos trabalhadores em educação. "Nós acreditamos na escola pública. Nós precisamos de uma saída, e esta saída só depende do pagamento do reajuste dos trabalhadores em educação". Enfatizou.

A diretora da CNTE, Rosilene Correia, falou que a realidade do Piauí não é única no país, e que este percentual é muito distante do nossa luta até a conquista do Piso. "Uma greve é de responsabilidade exclusivamente do governo, uma vez que ela resultou de uma negociação judicial e que não foi cumprida. O governo que busque uma solução, pois já está prejudicando tanto os trabalhadores como os estudantes". Destacou Rosilene.

"O governo só dificultou uma situação que já estava resolvida, quando não cumpriu o Acordo Judicial", citou o presidente da CUT-PI, Paulo Bezerra, que lamentou a ausência do governador e questionou: "Tem algum problema de ordem que não seja judicial, por que o governador não vem e fala com a gente?". Paulo destacou ainda que os trabalhadores tem consciência de que se o governo quiser acabar a greve neste momento ele tem condições, para isso basta cumprir a decisão judicial, finalizou.

Após a reunião entre o Sinte e os representantes do governo, ficou agendado uma nova reunião para a próxima quarta-feira (11), onde o Sinte espera ter um posicionamento do Tribunal de Justiça para que possa definir os rumos do movimento grevista.

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