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As Mulheres Negras merecem respeito todos os dias, saudamos-as pela passagem do 25/7

A nossa história de luta é feita com coragem tendo a frente muitas mulheres guerreiras

Publicado: 26 Julho, 2020 - 15h52

Escrito por: Socorro Silva-CUT-PI

Reprodução
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25 de Julho Mulheres Negras Importam!

Apesar de corresponder a 53% dos brasileiros, a população negra ainda luta para eliminar desigualdades e discriminações. São cerca de 97 milhões de pessoas e, mesmo sendo a maioria, está sub-representada no Legislativo, Executivo, Judiciário, na mídia e em outras esferas. Em se tratando do gênero, o abismo é ainda maior. Apesar da baixa representatividade de Mulheres Negras na política e em cargos de Poder e de decisão, cada ascensão deve ser comemorada como reconhecimento.

Antônia Ribeiro - Secretaria de Combate ao Racismo da CUT-PI "As Mulheres Negras, com o passar dos anos vem fortalecendo a sua força, ocupando os seus espaços, mesmo que ainda haja o preconceito, o racismo, ainda são consideradas grandes vencedoras, por permanecerem resistentes na luta em defesa de seus direitos, e a secretaria de combate ao racismo da CUT-PI, parabeniza a todas as mulheres pela passagem desta data do 25 de julho, e firmamos nosso compromisso de sermos contrários a qualquer tipo de violência, desigualdades e discriminações". Disse.

Feminismo Negro – A partir de 1992, em Santo Domingo, na República Dominicana, com a realização do 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, criação da Rede de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas e a definição do 25 de julho como Dia da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha.

Sobre a data

O Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha foi definido no 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, com a criação da Rede de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, em 1992, em Santo Domingo, na República Dominicana. No Brasil, em 2014, a ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) sancionou a lei nº 12.987 estabelecendo a data de 25 de julho como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra – uma líder quilombola que viveu no século 18.